Expomusic 2012

 

A Expomusic- 29ª Feira Internacional da Música - é a maior feira de música da América Latina. Um grande evento super esperado por músicos e profissionais da música em geral, para se atualizarem sobre tendências e lançamentos de grandes marcas, estimulando o desenvolvimento da indústria do segmento no país.

A feira reúne 200 expositores de instrumentos musicais, acessórios, som profissional e iluminação, que apresentam todos os instrumentos musicais conhecidos, acessórios, som profissional, edições musicais e estruturas de palcos e iluminação, além de extensa agenda de shows, workshops e tarde de autógrafos com músicos renomados.

Além disso, o evento reúne várias atrações com artistas nacionais e internacionais, como shows, demonstrações de instrumentos dos expositores, sessões de autógrafos e fotos, workshops e entrevistas. E tem ainda o espaço Music Hall, onde artistas iniciantes podem mostrar seu trabalho, dos mais diversos estilos.

Hayonik vai estar lá expondo tudo que há de melhor e atual dentre nossos produtos.

A EXPOMUSIC 2012 acontece de 19 a 22 de setembro na Expo Center Norte localizada na Rua José Bernardo Pinto, 333, Vila Guilherme, São Paulo, SP.

Dias 19 e 20 a feira é restrita a profissionais do setor com convite ou crachá.

Dias 21 a 23, o evento é aberto ao público em geral mediante compra de ingresso. Entram sem pagar nesses dias somente compradores e músicos com crachá.

Crianças com idade até 12 anos, maiores de 60 anos e deficientes físicos têm acesso gratuito.

Horários: 19 a 22, das 13 às 21 horas; dia 23, das 11 às 19 horas.  

 

Mais informações pelo telefone: (11) 2226-3100

www.expomusic.com.br

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Fusíveis

Tão pequenos e tão importantes!

Quem nunca passou um grande aperto porque o fusível do aparelho queimou e estava sem outro de reserva? Por outro lado, quem nunca agradeceu porque, na hora em que o transformador da rede elétrica do local explodiu, ou alguém fechou curto-circuito na rede elétrica, só o fusível queimou, preservando o aparelho. É incrível o que essas pequenas peças (de alguns poucos centímetros de comprimento) e tão baratas (custo por volta de R$ 1,00) podem fazer.

É uma “lei” na eletrotécnica: nunca faça um circuito elétrico (tudo que trabalha com eletricidade) sem um dispositivo de proteção. E dispositivos de proteção existem de vários tipos, como disjuntores, relés e fusíveis. Existem vários tipos de cada. Como o assunto é bem extenso, vamos focar ao nosso interesse, equipamentos de áudio, e assim, com os fusíveis, que são o tipo mais utilizado de sistema de proteção de equipamentos de áudio.

O intuito de todo fusível é proteger o circuito elétrico do equipamento quanto a sobrecargas e curto circuitos. Ele é o “ponto fraco” do circuito. Sobrecarga acontece se você fizer o equipamento atuar além da sua capacidade nominal de trabalho. Pode existir também sobrecargas de tensão (os chamados picos de tensão, quando a tensão da rede excede o seu valor normal). Curto-circuito o próprio nome já diz, mas se trata de curto dentro do próprio equipamento, em seu circuito elétrico ou suas saídas.

Como você já deve ter visto, os fusíveis encontrados nos equipamentos de áudio são cilindros de vidro com extremidades metálicas, e dentro dele existe um filamento (um “fiozinho”). Aquele filamento define duas características do fusível: a tensão de aplicação (Voltagem) e a corrente máxima (Amperagem) que ele suporta continuamente sem romper.

Ultrapassada a voltagem ou ultrapassada a amperagem, o fusível se rompe. Note o “ou”, ou seja, qualquer um dos fatores ultrapassados é motivo para o fusível se romper.

Para se familiarizar, retire algum fusível de algum equipamento (mixer, amplificador, equalizador, etc) e repare nele. Procure na parte metálica a inscrição da tensão e da corrente. Por exemplo, você pode encontrar um fusível que trabalhe numa tensão máxima de 150V e corrente máxima de 2A. Ou pode encontrar um fusível de 250V e 1A. Isso depende da tensão da rede de alimentação e do consumo nominal (nominal = para qual foi projetado) do aparelho.

Quanto encontramos um equipamento que não quer ligar, a primeira coisa a verificar é o fusível. Se o filamento estiver rompido, parecido com as figuras abaixo,

será necessário substituir o fusível. Mas há alguns detalhes importantes para a realização desta tarefa. Vamos começar com o que NÃO FAZER:

  1. Algumas pessoas ligam com um cabinho (um outro fio ou filamento, cortado de algum cabinho flexível) as extremidades do fusível. NUNCA FAÇA ISSO, mesmo sabendo que o equipamento está em boas condições de operação. Seu equipamento estará totalmente desprotegido pondo em risco a integridade do mesmo, da instalação, e da segurança das pessoas.
  2. Trocar o fusível por outro de maior capacidade de corrente nominal. Dessa maneira você pode desproteger o equipamento, e em uma possível sobrecarga o mesmo não queimará Quando o fusível não queima, quem é danificado são os componentes internos do aparelho, de conserto muito mais caro.
  3. Colocar um fusível por um de tensão (voltagem, V) nominal menor do que a tensão de operação do aparelho. Você pode ter o inconveniente de ter o fusível queimando durante a operação do mesmo, sendo que nenhum problema pode ter ocorrido para a queima do fusível.
  4. Colocar um fusível de corrente (amperagem, A) nominal bem menor do que a especificada. Idem pelo motivo acima.

Ao encontrar um fusível queimando, é altamente recomendável  fazer, antes mesmo da sua substituição, uma análise para descobrir o motivo da queima. Pode ter sido um um curto-circuito (curto-circuito na rede elétrica ou até mesmo curto em cabos de áudio defeituosos. Por exemplo, isso é muito comum de acontecer nos cabos das saídas de potência de amplificadores) ou uma sobrecarga no sistema.

Apesar de ser algo difícil (antes de substituir o fusível fazer os testes), principalmente se estamos no meio de um evento, isso é altamente recomendável para a preservação do equipamento. Como existem aparelhos que custam dois mil reais, vinte mil reais, ou mais de duzentos mil reais, colocar simplesmente um novo fusível e ligar novamente (sem antes fazer as verificações e testes), e o fusível queimar novamente, ele protegeu o equipamento contra algo pior, mas nessa nova tentativa de liga-lo pode ter danificado algum componente interno.

Se o fusível de um equipamento queimou, e um novo fusível for instalado e voltar a queimar, não insista: deixe o equipamento de lado e leve-o a uma oficina para inspeção completa!

É importante lembrar que surtos de tensão na rede elétrica podem provocar queima de fusíveis. Isso pode ser evitado se tiver um sistema corretamente aterrado e protegido por filtros e/ou estabilizadores.

Como agir corretamente então na troca de fusíveis?

1.Sempre troque o fusível pelo mesmo especificado pelo fabricante, lembrando da TENSÃO e CORRENTE projetada para o equipamento. Em muitos equipamentos, tal informação vem escrita na própria serigrafia, ao lado do fusível, mas em alguns casos, será necessário consultar o manual. Somente desta forma o aparelho estará protegido quando a problemas internos ou desligamentos indesejáveis.

2.Em situações de emergência é aceitável a utilização de fusíveis de corrente pouco inferior a nominal. Caso seu amplificador possua um fusível de 2,0A, e por sobrecarga ele queimou, e você está no meio de um evento, e tem na sua mala um fusível de 1,8A, pode usa-lo para suprir esta emergência, mas sabendo que uma nova interrupção pode ocorrer se o amplificador em questão for exigido ao limite.

3.A regra mais importante é também a mais difícil de ser cumprida. TENHA FUSÍVEIS SOBRANDO, E OS MANTENHA POR PERTO! Possua em sua mala de ferramentas fusíveis sobressalentes de cada equipamento, para em alguma situação emergencial você não ficar sem o que poder fazer.

Uma dica: em equipamentos com alças, prenda alguns fusíveis sobressalentes nelas, com fita crepe. É uma solução simples e fica sempre fácil de lembrar onde estão os fusíveis.

Em resumo, para ter seus equipamentos devidamente protegidos, sempre troque os fusíveis pelos mesmos especificados pelo fabricante e na queima de algum, verifique a causa da queima antes da substituição do fusível.

Tensão (Voltagem) e fusíveis

A maioria dos equipamentos é vendida com tensão selecionável (bi-volt), para 110V ou 220V (em geral há uma chave para selecionar a tensão desejada). O normal é as fabricas deixarem configurados o aparelho em 220V, e inclusive o fusível também para 220V.

Só que, pela Lei de Ohm, o fusível de 110V tem o dobro da amperagem do fusível de 220V. Veja:

Potência = Voltagem x Amperagem

Fusível de 4A para 110V = 4 x 110 =  480Watts
Fusível de 2A para 220V = 2 x 220 = 480 Watts

É comum no manual vir preso um fusível a mais, para 110V (já que o fusível de 220V já está no aparelho), e um alerta para, se operado em 110V, realizar ANTES a troca do fusível.

Só que… ninguém lê manual, ou se lê não presta atenção neste “detalhe”. E usa o aparelho com um fusível que aguenta a metade da amperagem. Então, quando o aparelho é mais exigido (um mesa de som com todos os canais funcionando, um amplificador usado até a máxima potência, etc), o fusível queima. Note bem: o aparelho funciona perfeito até o dia em que é exigido ao máximo e… o fusível (para 220V) não aguenta. Podemos garantir, por experiência própria, que ocorrer tal situação no meio de um evento não é nada agradável.

Amplificadores com disjuntores

Muitos fabricantes tem feito amplificadores de potência com disjuntores no lugar dos fusíveis. A função é a mesma, sendo o disjuntor uma peça que também suporta uma tensão e uma corrente máximas (Voltagem e Amperagem). A grande vantagem é o fato de que o disjuntor desarma, não queima. Caso desarme, um simples movimento em uma chave é capaz de armá-lo novamente.

Isso é mais comum em amplificadores monovolt (caso contrário, seria necessário dois disjuntores, um para 110V e outro para 220V), e de alta potência.

Fusíveis e consertos de equipamentos

Antes de levar o equipamento defeituoso em uma oficina especializada (o que lhe custará um bom dinheiro), tire a tampa e faça uma inspeção rápida. Alguns projetos contam com vários fusíveis de proteção, e às vezes é algum destes outros fusíveis que queimou. Alguns exemplos:

As fontes das mesas Ciclotron (VEGA e CMC) contam com um fusível geral (acessível pelo usuário) e vários fusíveis internos (só acessíveis se desmontarmos a tampa). Cada fusível é responsável por proteger uma determinada área, e a queima de um deles pode fazer com que o equipamento não opere totalmente ou apenas uma função (Phantom Power, por exemplo).

Um amigo instalou um amplificador importado de marca sem representação no Brasil (STK, coreana) de 110V em uma tomada 220V. O fusível geral queimou, mas mesmo trocando-o o aparelho não ligava. Ao desmontá-lo, percebemos que um capacitor estourou, e que antes das placas de circuito, onde ficam os componentes mais caros, haviam dois fusíveis internos, também queimados. A troca das peças custou apenas R$ 20,00, graças à proteção dos fusíveis internos à placa, e nem precisamos de diagrama esquemático. .

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Dj’s de Plantão

Para quem faz música no computador, portabilidade geralmente é um ponto fundamental. Porém, na maioria das vezes a questão é: tocar com qual controlador?  Utilizar um teclado controlador convencional nem sempre é possível. Pensando neste público a  Hayonik dá a dica sobre Teclados Compactos e Controladores.

Controladores que combinam design e tecnologia de ponta

Cada um dos discretos e ultra compactos controladores USB-MIDI da série nanoSERIES2 se encaixa perfeitamente em frente de seu laptop ou teclado de computador, oferecendo controle impressionante sem comprometer seu espaço físico. Basta você conectar um cabo USB e você tem um estúdio de produção musical em seu computador.

Três modelos de Controladores para atender às suas necessidades
O nanoKEY2 é equipado com 25 teclas sensíveis à velocidade e um projeto avançado para gravação confiável.

Para inserir partes de bateria, o nanoPAD2 é a melhor escolha. Ele vem com 16 pads e um painel X-Y sensível ao toque, assim como os produtos da série Kaoss.

O nanoKONTROL2 oferece knobs, chaves e faders – perfeito para controlar qualquer DAW ou inúmeros tipos de softwares de produção musical. Escolha um, dois ou os três controladores nanoSERIES2 e tenha um sistema simples e moderno de produção musical.

Duas opções de cores: Preto e Branco
Cada um dos três modelos nanoSERIES2 está disponível nas cores Preto e Branco. Escolha a cor que mais lhe agrada: a que combina ou a que contrasta com seu computador. A escolha é sua!

Um companheiro ideal para o microKEY
Os controladores nanoSERIES2 são os companheiros ideais para o Korg microKEY. As duas portas USB do microKEY permitem que quaisquer dois controladores sejam ligados diretamente ao microKEY para criar um centro de controle expandido e personalizado para qualquer sistema de produção musical.

nanoKONTROL2 – Superfície de Controle USB-MIDI

  • Superfície de controle compacta multi função.
  • Novos parâmetros avançados de escolha de pista e função marker.
  • Compatível com diversos softwares, incluindo principais programas DAW.

Imagem de Amostra do You Tube

Superfície de controle compacta e conveniente com configuração fácil para uso imediato
Com formato e tamanho projetados para funcionar perfeitamente junto com seu laptop, o nanoKONTROL2 proporciona 8 canais dos controladores que você precisa para controlar seu software musical. O nanoKONTROL2 também tem uma seção de controle de transporte dedicada, ideal para gravar e reproduzir. Os botões foram escolhidos cuidadosamente para serem úteis com seu software, garantindo controle simples e intuitivo. Muitos softwares – incluindo os principais e mais usados em DAW – são compatíveis, reduzindo muito a necessidade de configurações e conexões complicadas.

Controle completo para sua DAW ou software sintetizador
Um knob, um fader e três chaves estão disponíveis em cada um dos oito canais, respectivamente atribuídos a pan, volume, solo/mute/gravar. Esse arranjo é muito conveniente durante a gravação automatizada de múltiplos canais. Há também um botão marker, facilitando a colocação de marcas em pontos importantes na música para gravação e produção mais eficientes. Ao usar um software sintetizador, você pode atribuir parâmetros aos controladores desejados para controlar de forma mais simples. Por exemplo, você pode usar os faders para controlar o ADSR de um Envelope Generator e usar os knobs para controlar a freqüência de corte ou de ressonância do filtro, etc.

Software Editor Korg Kontrol
O nanoKONTROL2 é compatível com o software “Korg Kontrol Editor” – disponível no site Korg para download. É só carregá-lo no computador para obter configurações detalhadas e customizadas Por exemplo, os valores mínimo e máximo de cada mensagem de controle de mudança pode ser especificado.

Alimentação USB para setup descomplicado
Basta conectar um cabo USB do computador ao nanoKONTROL2 e você já tem um sistema de produção musical portátil. Dados USB-MIDI e alimentação trafegam através do mesmo cabo para facilitar a montagem e configuração.
Especificações do KORG nanoKONTROL2

Controladores:

  • 8 knobs
  • 8 sliders
  • 24 botões
  • Botões de transporte: REW – FF – STOP – PLAY – REC
  • Botão CYCLE
  • Botão MARKER
  • Botão TRACK

Software Compatível:

  • Avid Pro Tools/Apple Logic, GarageBand/MOTU Digital Performer/Steinberg Cubase/Ableton Live/Cakewalk
  • SONOR
  • Software que pode ser controlado por control change message

Conexões: mini-USB
Alimentação: via USB
Consumo: menos de 100mA

Dimensões e Peso:
Tamanho (L x P x A): 32,5 x 8,3 x 1,65 cm
Peso: 240g
Acessórios: cabo USB

REQUERIMENTOS DE SISTEMA:

Macintosh:

  • Sistema Operacional Compatível: MacOS X 10.4 ou superior.
  • Computador Compatível: Apple Macintosh com porta USB com Mac OS X ou Apple Macintosh com Power PC compatível.

Windows:

  • Sistema Operacional Compatível: Microsoft Windows XP SP3 (32bits), Windows Vista SP2 (32/64bits), Windows 7 (32/64bits).
  • Computador Compatível: Computador com porta USB que rode Windows XP, Vista ou 7 (recomendamos chipset Intel).
  • Esse produto usa tecnologia aplicada do CONSOLE ART Teknika.
  • Mac, o logo Mac e os logos das unidades de áudio são marcas da Apple Inc., registrados nos EUA e outros países.
  • A imagem “Built for Mac OS X” é de propriedade da Apple Inc., usada sob licença.
  • Windows XP/Vista/7 são marcas registradas da Microsoft Corporation nos EUA e outros países.
  • Todos os produtos e nomes de companhias são marcas registradas de seus respectivos proprietários.

Teclados compactos USB MIDI da Alesis e KORG

O Korg MicroKEY utiliza as 37 mini teclas do sintetizador microKORG XL e, de acordo com o site CMD, apesar de apresentar teclas com uma ação que poderia até ser descrita como a de um brinquedo, o mecanismo é bom o suficiente para se divertir. Sem dúvidas é uma opção bem mais interessante do que a série anterior da KORG (nano) que tinha exatamente a mesma finalidade, mas com teclas estranhas que mais pareciam um teclado de computador.

Em detalhes:

  • 37 teclas (3 oitavas)
  •  Peso: menos de 1 Kg, com as medidas 56cm x 12cm x 5.15cm
  •  Funciona sem a necessidade de instalação de drivers e oferece duas portas USB, transformando o teclado em um Hub USB.
  •  Botões para mudança rápida de oitavas
  •  Rodas de Pitch Bend e Modulação
  •  De brinde, algumas licenças de softwares de edição limitada ou lite, uma delas é a do sintetizador M1 da coleção Korg Legacy Collection.
  •  Lançamento em Novembro de 2010 com preço ainda não definido.

Uma outra opção para quem não gosta de mini teclas é o Alesis Q25.

Em detalhes:

  • Rodas de Pitch Bend e  modulação, botões para mudança rápida de oitavas e um “data slider” configurável.
  • Alimentado via USB, mas também oferece o conector MIDI padrão.
  • Teclas de tamanho real, medidas praticamente iguais as do KORG microKEY, mas com o dobro do peso, com cerca de 2 kg (que neste caso não significa muito).
  • Previsão de lançamento para Novembro/Dezembro 2010, preço 79 dólares (cerca de 140 reais)

Porém, se você pensou nestes teclados para controlar seu iPhone/iPad via Midi Mobilizer Line6, lembre-se que só irão funcionar se você tiver qualquer dispositivo USB para alimentá-los. Pelas especificações nenhum deles apresenta alimentação por fontes convencionais de rede elétrica.

Gostou da nossa dica? Dê a sua opinião!

Abraços.

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Baixo

O baixo ou contrabaixo, também conhecido como guitarra baixo e viola baixo em Portugal, é um instrumento musical melódico, destinado especificamente a executar a parte grave de uma linha musical. Pode ser acústico ou elétrico.
O nome guitarra baixo pode ser dado também a específicos modelos de guitarras clássicas, mas que possuem afinação um pouco mais grave que a guitarra clássica tradicional; esta guitarra baixo clássica é afinada uma quarta abaixo da tradicional guitarra, e não pertence a família dos baixos.

Entre os baixos mais comumente encontrados estão os Baixo elétrico, Baixo acústico e Sem trastes ou fretless. Hoje vamos falar do Baixo Elétrico.

Baixo elétrico

O baixo ou baixo elétrico, que pode ser encontrado na maioria das bandas de rock, pop, jazz progressivo; possui corpo sólido e captadores para amplificar o seu som. O baixo elétrico é um instrumento relativamente novo em comparação ao baixo acústico. Lançado no fim de 1951, a criação de Leo Fender ajudou a resolver muitos problemas dos baixistas existentes até então. O mais revolucionário instrumento musical do século XX foi inspirado na guitarra elétrica Telecaster. Fender batizou o primeiro baixo elétrico de Precision.
Características e História
Como na guitarra elétrica, as vibrações nas cordas causam um sinal elétrico a ser criado nos captadores, que são amplificados e tocados por meio de uma caixa de som (geralmente um cubo). Vários componentes elétricos e configurações do amplificador podem ser usadas para alterar o som do instrumento.
O primeiro baixo-elétrico a ser produzido em massa foi desenvolvido por Leo Fender, o conhecido fabricante de guitarras. A mudança do formato do instrumento, para algo parecido com uma guitarra e a utilização de trastes facilitaram seu uso. O primeiro Fender Precision Bass foi vendido em 1951. Outro modelo lendário, o Fender Jazz Bass foi lançado em 1960.
Em seguida, outras companhias como a Gibson, a Danelectro e várias outras começaram a produção de seus modelos próprios de baixos elétricos. Isso permitiu aos baixistas variar os sons e o visual para se adequar a sua banda. Este trabalho continuou, e muitas outras companhias e luthiers continuaram o trabalho de Leo Fender.

Leo Fender

Clarence Leonidas Fender (10 de agosto de 1909 — 21 de março de 1991), foi um construtor de guitarras estadunidense, fundador da Fender Electric Instrument Manufacturing Company, atualmente conhecida como Fender Musical Instruments Corporation, e posteriormente fundou a G&L Musical Products (G&L Guitars). Introduziu o baixo elétrico no mercado estadunidense.
Nasceu em Anaheim, Califórnia. Na sua adolescência, adorava manipular rádios. Pouco a pouco foi se interessando pelos amplificadores.
A idéia de uma guitarra elétrica de corpo maciço o atraía. Começou a fazer contato com músicos de country e blues, sondando a receptividade que teria seu projeto, e a princípios dos anos 40 construiu um protótipo que alugava aos músicos de sua região, chegando a ficar bastante popular. Pouco tempo depois, fundou a companhia K&F, onde dedicou-se principalmente à fabricação de guitarras elétricas e amplificadores, mas só durou até 1946, quando Leo fundou a Fender.
Em 1948, George Fullerton juntou-se a Fender e os dois desenharam o modelo Broadcaster de guitarra elétrica, que em pouco tempo mudou o seu nome para Telecaster. introduziu seu primeiro modelo de baixo elétrico, o Precision, em 1951,[1] Em 1954 lançou a guitarra Stratocaster, com um design totalmente inovador, os primeiros modelos começaram a ser vendidos em 15 de maio de 1954.

 A Stratocaster foi originalmente iconizada pelos Beatles, com George Harrison e John Lennon usando o modelo, no álbum Rubber Soul, em 1965 e, em seguida, após Jimi Hendrix ter conhecido os Beatles, e adquirir uma, ele estraçalha sua Strat (como ficou apelidada) durante o concerto de sua despedia da Inglaterra, em 1966, atuação que perpetua sua fama com a guitarra e depois com suas performances no Festival Pop de Monterey, na California, em 1967 e em seguida no Festival de Woodstock em 1969; além de muitos outros grandes artistas dos anos 60 usando a famosa guitarra.
Em 1965, Fender vendeu a sua empresa à CBS por 13 milhões de dólares, quando estava com problemas de saúde. Pouco depois, a sua saúde melhorou e voltou à CBS/Fender durante um breve período. Abandonou a CBS em 1970 para desenhar instrumentos na G&L. Faleceu em março de 1991.

Design

O baixista atual tem um amplo campo de escolha para seu instrumento, como por exemplo:

Número de cordas e afinação

Baixo sem cabeça. As cordas são fixadas no final do corpo.

  • Como o modelo original de Leo Fender, que tinha 4 cordas afinadas em EADG, ou algumas vezes em DADG).
  • Cinco cordas (geralmente BEADG, podendo em alguns casos ser EADGC).
  • Seis cordas (geralmente BEADGC, mas EADGBE também tem sido usado).
  • Mais de 6 cordas.
  • Baixo Tenor – ADGC.
  • Baixo Piccolo – EADG (uma oitava acima da afinação normal).

Captadores

Os antigos baixos tinham apenas um captador magnético simples. Atualmente pode-se encontrar:

  • Captação ativa ou passiva (circuitos ativos usam uma bateria para aumentar o sinal).
  • Mais de um captador, dando uma variação de tons maior.
  • Captadores em posições diferentes, como mais perto da ponte ou do braço do instrumento.
  • Sistemas não magnéticos, como “piezos” ou sistemas “Lightwave”, que permitem ao baixista usar cordas não metálicas.
  • Formato e cor do instrumento
  • Existem diversas opções de cor, desde a cor da própria madeira do instrumento a efeitos visuais muito interessantes.
  • Diferentes formatos de corpo (que afetam a maneira de tocar).
  • Com ou sem mão (nos modelos sem mão, a afinação é feita na ponte).

Trastes

  • Com trastes (Fretted) – como a maioria das guitarras.
  • Sem trastes (Fretless) – como a maioria dos Contrabaixos.

Infografia

1 – Cabeça, mão, paleta ou headstock.
2 – Cravelhas e tarraxas.
3 – Pestana ou capotraste.
4 – Trastes
5 – Braço e escala.
6 – Marcações.
7 – Recorte superior.
8 – Pinos de fixação da correia.
9 – Cordas.
10 – Recorte inferior.
11 – Corpo.
12a, 12b – Captadores.
13 – Ponte ou cordal.
14 – Controles de tonalidade e volume.
15 – Jaques ou tomadas de saída

Estilos

Como qualquer instrumento, o baixo elétrico pode ser tocado em um diverso número de estilos. Baixistas como Paul McCartney tem um estilo mais melódico, enquanto Les Claypool da Primus e Flea do Red Hot Chili Peppers tem um estilo mais “funky”, usando muito da técnica do slap and pop, que é dar um “tapinha” na corda com o polegar e dar um estalo ao soltar outra corda. Alguns artistas, como Pino Palladino usam um baixo fretless (sem trastes) para um som mais “abafado”.
Larry Graham introduziu o método do “slap and pop” nos anos 60. Seu som ficou conhecido primcipalmente em 1970, com a música “Thank You (Falettinme Be Mice Elf Agin)”. Nos anos 70, Stanley Clarke desenvolveu a técnica de Graham, deixando o método mais parecido ao que é feito atualmente.
A maioria dos baixistas preferem tocar suas notas com os dedos, mas alguns usam palhetas. Isto varia entre os generos musicais. Muitos poucos adeptos do estilo “funky” usam palhetas, enquanto elas são quase que obrigatórias no Punk Rock. O uso de palhetas deixa o som mais claro e forte, enquanto o som originado pelos dedos é mais suave.
Técnicas

Braço de um baixo fretless com marcações ao lado da escala para auxiliar o músico a encontrar o tom da nota corretamente.

Baixo fretless. Note-se a ausência de trastes na escala.

Fretless

A técnica para fretless é mais parecida com a do baixo acústico, o timbre também é mais parecido, principalmente com o uso de cordas “flat” ou revestidas com nylon.
Por se tratar de um instrumento não temperado (não tem trastes para definir a altura das notas na escala), a técnica consiste em treinar o ouvido pra que as notas saiam afinadas, e aumentar a precisão dos dedos da mão esquerda para que o som saia mais limpo.
Na maioria dos casos o músico usa slides e notas de aproximação para entonar juntamente com o resto da banda!

Pizzicato

Usa-se os dedos indicador e médio para atacar as cordas. É a tecnica mais usada.

Slap

A técnica surgiu por volta de 1961, quando o baixista Larry Graham eatava em uma sessão de gravação em estúdio e, momentaneamente, ficou sem baterista. Ele então começou a bater e puxar as cordas, na tentativa de imitar o som do bumbo e da caixa.
Consiste em percutir e puxar as cordas usando o polegar e os outros quatro dedos da mão direita (ou esquerda, para canhotos).

Tapping

O tapping é a técnica no qual as notas são extraídas de um instrumento de cordas de forma parecida ao de um piano, batendo nas cordas com as pontas dos dedos nas notas que se deseja executar. Quando são utilizadas ambas as mãos recebe o nome de two-hands tapping. Stanley Clarke é um baixista conhecido pelo uso desta técnica, sendo na guitarra popularizada por Eddie Van Halen.

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Teclados

Os instrumentos de teclas, tais como o cravo, o órgão e o piano surgiram no século XIV, bem antes da criação dos teclados ou pianos digitais, como alguns dizem, os quais foram aparecer somente nos anos 60. Durante o século XX, os instrumentos de teclas já vinham ganhando avanços. Um exemplo disso foi a criação de instrumentos eletromecânicos, como o Ondes Martenot, além dos órgãos eletrônicos, os quais passaram a usar osciladores e divisores de freqüência para produzir formas de ondas.

O teclado surgiu nos anos 60 por meio do trabalho de Robert Moog, fundador da Moog Music Inc. Os primeiros teclados eram comercialmente inacessíveis, já que custavam acima de U$10.000. Além disso, eram muito grandes (do tamanho de uma parede), possuíam inúmeros cabos e eram muito ruins no quesito afinação.
Hoje em dia, os teclados possuem fantásticos recursos, como o visor LCD, o que facilita bastante seu manuseio; uma gama enorme de sons e efeitos; sem contar o fato de poderem ser conectados aos computadores, permitindo uma grande possibilidade de exploração ainda maior dos sons.

O teclado é um dos instrumentos mais utilizados atualmente, por causa da sua grande flexibilidade e diversas finalidades no mundo da música. Com um simples teclado pode-se dispensar o acompanhamento básico de outros componentes de um grupo musical (baterista, guitarrista, contrabaixista, etc.)

O teclado é dividido em 5 tipos: Sintetizadores, Teclados com acompanhamento automático, Workstations, Pianos digitais e Controladores.

Os Sintetizadores são os mais usados atualmente. É um instrumento que possui vários timbres (sons) que na qual podem ser editados (alteração de freqüências, modulação, efeitos, etc.), com isso criando novos timbres (sons).

Os Teclados com acompanhamento automático, São teclados que possuem vários estilos musicais (pop, jazz, rock, balada, samba, bossa nova, dance, e muitos outros), onde pode-se criar e modificar outros estilos, acompanhados por parte rítmica (bateria), baixo, strings, cordas (violão, guitarra), metais (trompete, trombone, etc.), bem como ainda pode-se sintetizar estes timbres (sons).

Os Workstations, são teclados mais complexos, que envolve síntese de sons e sequenciadores para composição, arranjos de partes musicais ou peças musicais completas, e ainda possuem a capacidade de síntese de timbres (sons).

Os Pianos digitais, São teclados com várias teclas (76,88), que possuem vários timbres de piano, gran piano, piano elétrico, cravo, etc..

Os Controladores são teclados com várias teclas (76,88), na maioria das vezes não possuem timbres, que tem a finalidade de controlar outros instrumentos digitais através de MIDI (comunicação entre instrumentos digitais), controla uma bateria eletrônica, computadores, módulos de som, etc..

Como já dissemos, o tipo de teclado mais usado entre os músicos no momento é o sintetizador. Vamos se basear nele para que você fique por dentro sobre sua história. Um bom sintetizador pode imitar sons da natureza tais como o canto de pássaros, vento, trovões, etc; imitar todos os instrumentos musicais acústicos e elétricos como os de uma orquestra sinfônica (ou mesma de uma guitarra elétrica) e pode simular sons de helicopteros , carros, ruídos, virtualmente quase qualquer som.

Obviamente o sintetizador definitivamente proporcionou ? música um enfoque criativo muito grande pois muitos músicos e técnicos desenvolveram sons novos até então, além da imaginação.

Pode-se dizer que 3 pessoas foram responsáveis pela popularidade deste instrumento :

Robert A. Moog –  inventor, músico e engenheiro norte-americano que, junto com o compositor Herbert Deutsch, inventou o moderno sintetizador. Fundou a Moog Music Inc. no final dos anos 60 , fabricante dos sintetizadores Moog.

Wendy Carlos – foi responsável pela primeira obra musical – totalmente executada em um sintetizador Moog – a obter sucesso comercial com o Lp ´´Switched on Bach (1968). Trazia obras de Johann Sebastian Bach e foi aclamado pela crítica e público, inclusive pelo controvertido pianista Glenn Gould. Wendy Carlos procurou não imitar qualquer instrumento de orquestra. Reformulou todos os timbres. Posteriormente foi responsável pela trilha sonora dos filmes “A Laranja Mecânica” e “O Iluminado”, ambos de Stanley Kubrick.

Keith Emerson – Integrante do grupo de rock progressivo inglês “Emerson , Lake & Palmer”. Foi o primeiro a usar o “Moog” no rock , inclusive ao vivo , nos palcos. O próprio inventor, Robert Moog, o desaconselhou devido a instabilidade na afinação do instrumento e a dificuldade de se mudar rapidamente os timbres.

Os Moog mais sofisticados eram os “modulares”. Os módulos de criação de sons podiam ser adquiridos conforme a necessidade, contudo o preço era muito alto, acima dos U$ 10.000,00 , e muito complicado de se operar. Podiam chegar ao tamanho de uma parede e os módulos eram interligados com cabos , como os de uma telefonista.

 

A Moog Music resolveu lançar um sintetizador mais barato e fácil de se operar , certamente sacrificando sua flexibilidade. Surgia o “Minimoog” que foi provavelmente o sintetizador mais importante pela sua popularidade. Após o sucesso do sintetizador Moog, começaram a surgir diversos outros fabricantes de sintetizadores : Arp (provavelmente o concorrente principal da Moog Music no inicio), E-mu, Korg, Oberheim, Roland, dentre outros.
A tendência natural foi produzir sintetizadores cada vez mais voltados para performances ao vivo: mais estáveis (que não desafinassem muito com o passar do tempo), menores e com preço mais acessível.

Alguns anos depois os sintetizadores passaram a ser polifônicos, ou seja, podiam executar várias notas simultaneamente, possibilitando tocar acordes. Na maior parte da vezes, técnicamente falando, estes novos instrumentos nada mais eram do que vários sintetizadores acoplados em um único instrumento. Por exemplo: um sintetizador com a polifonia de 4 notas, nada mais era do que um instrumento composto por quatro sintetizadores.
Ainda havia um grande problema. Para alterar o som do instrumento por exemplo, mudar o som de uma flauta, para o som de um violino, o músico era obrigado a alterar diversos parâmetros, nos controles/botões do instrumento. Isso requeria conhecimento técnico e tempo. Alguns músicos, utilizavam diversos sintetizadores e quando necessitavam mudar de som, tinham que mudar de instrumento. A solução veio com o advento da memória. Por intermédio de botões memorizavam-se os sons criados (sistema que é usado até hoje), algo muito semelhante ao que se já encontrava nos órgãos.

Atualmente existem inúmeras marcas de teclados (sintetizadores), que vão dos mais simples aos mais sofisticados com grande possibilidade de síntese de sons e arranjos musicais. As marcas mais conhecidas são Cassio, Yamaha, Kawai, Roland, Korg , Alesis, Techinics, Solton, Ensomiq, Peavy, General Music (GEM), Minami, Kurzwell, CCE e E-mu . Os teclados possuem fantásticos recursos, como o visor LCD, o que facilita bastante seu manuseio; uma gama enorme de sons e efeitos; sem contar o fato de poderem ser conectados aos computadores, permitindo uma grande possibilidade de exploração ainda maior dos sons.

Em breve falarei mais sobre os teclados utilizados em computadores.
Abraços.

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Som Automotivo

Os carros, além de serem um dos veículos mais usados para locomoção em todo o mundo, tornaram-se também um hobbie nas mãos dos entusiastas. E de todas as customizações, tunings, adaptações e até da instalação de diferentes equipamentos, o som automotivo é o foco das atenções.
E apesar de parecer simples quando falamos de som automotivo, a realidade é que a gama de equipamentos e itens que podem ser utilizados é enorme, dando muitas opções de montagem e customização para um melhor resultado final. Hoje, falaremos um pouco sobre todos estes equipamentos e como tirar melhor proveito deles.
Primeiramente, vamos ver um pouco sobre os tipos de projetos possíveis no planejamento da compra e instalação dos equipamentos.

1 – Trio Elétrico
Ocupando a posição de um dos mais populares projetos, o Trio Elétrico tem por objetivo reproduzir o som para a parte externa do carro. Muito usado para animar festas em ambientes abertos, a reprodução fiel do som a longas distâncias é o principal fundamento em projetos deste tipo.

2 – Sound Pressure Level ou (SPL)
O SPL é um projeto bem específico, voltado à pressurização dos alto-falantes via potência e solidez sonora. Sua projeção mais comum é direcionada aos apreciadores de músicas eletrônicas, sintetizadas e samplerizadas.

3 – Som de Alta Fidelidade (Hi-Fi)
Ter um som de boa qualidade é sempre uma preocupação, mesmo para os que não são tão ligados assim aos equipamentos automotivos. Mesmo sem uma clara intenção, muitos acabam projetando um esquema sonoro com base na qualidade e na fidelidade do som para apreciação interna, o que demonstra uma preocupação geral com estes aspectos sonoros.

O Subwoofer Ampllificado Subcar 108 da HAYONIK, com apenas 25cm e 7Kg, o aparelho consegue combinar em um mesmo equipamento, o melhor dos graves de um subwoofer aliado a um amplificador de alta potência, além de ser o único a possuir o dispositivo ARS ( Automatic Remote System ), sistema de remoto automático, proporcionando assim a instalação mais rentável. Fabricado em chapa de MDF e design arrojado proporciona uma melhor acústica da sonorização. O Subcar é perfeito para ser utilizado no porta-malas.

Principais equipamentos usados na montagem de um sistema de som automotivo:
 

Unidade Principal / Central

A fonte onde o áudio será reproduzido possui muitas características que apesar de sutis, devem ser consideradas como direcionamentos para a definição dos outros equipamentos que virão a compor o projeto sonoro do automóvel. As exceções, para estes casos, são os equipamentos mais sofisticados como os DVD Players, os aparelhos de GPS com multimídia e outras variações.
Os formatos de mídia suportados são quase os mesmos em todos os equipamentos atuais. Do CD, passando pelo MP3 e pelo suporte a dispositivos USB, a maior parte dos reprodutores apresenta um bom desempenho na leitura das mais diversas fontes de áudio.
Um elemento que costuma passar batido pelas considerações é o tipo de saída que as unidades principais / centrais possuem. Como uma das preocupações de mercado é vender produtos de baixo custo, muito da qualidade é perdida, mas se você quiser um resultado final mais que excelente, tenha sempre em mente a escolha de aparelhos que possuam saídas amplificadas ou pré-amplificadas.

Saídas Pré-amplificadas: As saídas pré-amplificadas darão um ganho na qualidade e nitidez dos sons. Usadas em conjunto com um amplificador externo, o resultado final é excelente, garantindo altos níveis de fidelidade e distorções extremamente baixas.

Saídas Amplificadas: As saídas amplificadas alimentam diretamente os alto-falantes, diminuindo o risco de distorções em sistemas com muitos cabos e eliminando a necessidade de uso de equipamentos de amplificação externa. Pode ser muito útil em sistemas simples, mas quando utilizadas em grandes projetos, podem limitar um pouco a qualidade do resultado final, especialmente se as saídas de sua unidade central tiverem pouca potência.

Atenção: Cuidado com falsas nomenclaturas. A potência de muitos equipamentos, especialmente das saídas amplificadas é dado em PMPO (Peak Music Power Output), uma unidade de medida que não segue padrões específicos de medição. Avalie seus equipamentos sempre em unidades RMS, que são calculadas em um padrão extremamente confiável de medição e potência..

Amplificadores

Há dois tipos de amplificadores no mercado atual – Os Booster e os Mosfet. Os dois seguem o mesmo modelo de fabricação: são usados para a recepção do sinal da unidade principal, sua conseqüente amplificação extra por um processamento interno e o posterior reenvio para os alto-falantes.

Amplificadores Booster: Como já especificado anteriormente, há alguns tipos de unidades centrais que possuem saídas amplificadas ou pré-amplificadas. Os amplificadores Booster são capazes de pegar os sinais pré-amplificados ou totalmente amplificados e dar ganhos de potência ainda mais altos ao som final. Usados com um bom conjunto de falantes, os resultados são excelentes, mas em contraposição, quando usados com falantes não tão bem preparados, podem apresentar distorções, ruídos e falhas de reprodução.
Amplificadores Mosfet: Os amplificadores com tecnologia Mosfet apresentam muito mais rendimento sonoro que os Booster, mas em compensação, não são tão voltados aos imensos ganhos em potência. Mas isto não deve ser uma preocupação se você visa melhor aproveitamento dos equipamentos e na qualidade final do som. Para a compensação dos ganhos no Mosfet, nada que bons módulos secundários não resolvam.

Alto-falantes

Categorizados em 4 gêneros diferentes, os alto-falantes são responsáveis pela reprodução final do som. Separados pela abrangência de faixas de freqüência distintas, há os Subwoofers, Woofers, Mid-Bass, Mid-Ranges e os Tweeters. Muitos dos kits e equipamentos compostos que são vendidos no mercado já tem dois ou até os três tipos de alto-falantes embutidos, sendo uma boa opção para os que querem economizar espaço com o uso de funcionalidades integradas.

Subwoofers: Reproduzindo os sons de mais baixa freqüência que a audição humana pode captar, os subwoofers geralmente reproduzem sons de até 50Hz, sendo os falantes com maior capacidade de reprodução de sons graves.
Woofers: É possível encontrar uma grande variedade de aparelhos Woofers feitos para necessidades e usos especiais, mas os mais comuns, fabricados diretamente para os usuários finais, são direcionados à reprodução de sons graves que tenham sua freqüência localizada entre 50Hz e 4500Hz.

Mid-bass / Mid-Ranges: Feitos para o preenchimento de sons que estejam entre a faixa dos Woofers e os Tweeters, os Mid-bass funcionam como saída para sons entre 50Hz e 500 Hz, já os Mid-Ranges ocupam a faixa entre 300Hz e 5.000Hz. Capazes de reproduzir praticamente todos os tipos de sons audíveis, os Mid-bass e Mid-Ranges são comumente integrados a Woofers e Tweeters respectivamente, oferecendo uma ampla faixa sonora em um só aparelho. Alguns equipamentos, feitos para melhores desempenhos, são vendidos separadamentes.

Tweeters: utilizados para a reprodução de altas freqüências (variando entre 2.000Hz e 20.000Hz, alguns são até capazes de reproduzir sons acima de 45.000Hz), os Tweeters fazem a saída e o ganho de qualidade em sons agudos e de contrabalanceamento dos graves, sejam eles reproduzidos por Woofers ou Subwoofers.

Cabos


Muitos projetos deixam os cabos de lado, classificando-os como elementos secundários ou mesmo por serem um tanto caros se comparados aos modelos mais simples que já acompanham a maior parte dos equipamentos. Mas não caia nessa visão simplista. Cabos de qualidade podem ser o diferencial entre um som final de boa qualidade e um de péssima. Não adianta nada investir em bons equipamentos e ter perdas enormes de qualidade por causa de um cabeamento de segunda mão, não é?
Existem 3 tipos de cabos, cada um com uma função diferente de transimssão / alimentação.

Baixa Tensão: Os cabos de baixa tensão, que conseqüentemente têm alta impedância (resistência), são usados na transmissão de sinais pré-amplificados da unidade central para a unidade de amplificação, mantendo assim a qualidade das diferentes freqüências até o processamento de seus ganhos finais antes da saída pelos alto-falantes. Devido à sua constituição básica de transmissão, é importante que os cabos de baixa tensão tenham um bom isolamento eletromagnético, evitando interferências, distorções e ruídos externos.

Alta Tensão: Os cabos de alta tensão podem ser utilizados tanto para a transmissão de sinais das saídas amplificadas da unidade central até os módulos de amplificação ou dos módulos até os alto-falantes, mas nunca de saídas pré-amplificadas para os amplificadores – isso ocasionaria imensos prejuízos à composição final do som. Por transmitirem os sinais já amplificados, é importante que os materiais internos dos cabos, como o cobre, por exemplo, sejam o mais puros quanto seja possível, preservando a integridade dos sinais e a qualidade de transmissão pelos filamentos.

Alta Corrente: Os cabos de alta corrente são de uso exclusivo para a alimentação elétrica dos módulos de amplificação. É claro que a qualidade aqui também é importante, principalmente para evitar curtos e outros acidentes elétricos. No entanto, o elemento principal a ser observado na instalação deste tipo de cabo é a dimensão da bitola em proporção à potência nominal dos amplificadores e ao distanciamento entre as conexões feitas.

Os cabos HAYONIK são fabricados com fios de cobre puro com malha trançada. São montados com alta tecnologia em estação de solda com temperatura controlada, os conectores utilizados são de ótima qualidade, garantem conexões precisas e livres de ruídos.

Acessórios e elementos de apoio

Pode ser que na instalação de um grande projeto seja necessário o uso de equipamentos auxiliares como baterias, disjuntores, fusíveis e megacapacitores.

Baterias: Sistemas de grande potência podem consumir muita energia e é possível que o uso de uma bateria secundária seja necessário. Para não nos alongarmos muito no assunto, basta saber que existem baterias de prata, gel e outras de longa duração e vida útil para o uso pesado do som automotivo.
Disjuntores e Fusíveis: Os Disjuntores e Fusíveis são necessários para a segurança de qualquer circuito elétrico, no entanto, são categorizados como secundários ou de apoio por não terem muitas especificidades. Universalmente, os fusíveis protegem a integridade dos circuitos contra sobregarcas e os disjuntores funcionam como interrupções forçadas da corrente, prevenindo danos maiores como curtos incendiários e a inutilização dos cabos e equipamentos.
Megacapacitores: Mesmo com baterias de apoio, é possível que a corrente fornecida não seja suficiente. Assim, os megacapacitores são utilizados como fontes alternativas de corrente, suprindo toda a carga necessária e evitando sobrepicos ou subcargas do sistema elétrico.

Espero que tenha aproveitado das dicas!

Abraços.

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22 de Novembro, Dia do Músico!

Hoje é dia de Santa Cecília, padroeira dos músicos, por isso hoje também é comemorado o dia do músico. O músico pode ser arranjador, intérprete, regente e compositor. Há quem diga que os músicos devem ter talento nato para isso, mas existem cursos superiores na área e pessoas que estudam música a vida toda.

A música (do grego μουσική τέχνη – musiké téchne, a arte das musas) é uma forma de arte que se constitui basicamente em combinar sons e silêncio seguindo uma pré-organização ao longo do tempo.
É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função.
A criação, a performance, o significado e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e a sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgêneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre géneros musicais são muitas vezes sutis, algumas vezes abertas à interpretação individual e ocasionalmente controversas. Dentro das “artes”, a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espectáculo.
Para indivíduos de muitas culturas, a música está extremamente ligada à sua vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente se encontra em diversas utilidades não só como arte, mas também como a militar, educacional ou terapêutica (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como os rituais religiosos, festas e funerais.
Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem, através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana.
O músico pode trabalhar com música popular ou erudita, em atividades culturais e recreativas, em pesquisa e desenvolvimento, na edição, impressão e reprodução de gravações. A grande maioria dos profissionais trabalha por contra própria, mas existem os que trabalham no ensino e os que são vinculados a corpos musicais estaduais ou municipais.

A santa dos músicos – Santa Cecília viveu em Roma, no século III, e participava diariamente da missa celebrada pelo papa Urbano, nas catacumbas da via Ápia. Ela decidiu viver casta, mas seu pai obrigou-a a casar com Valeriano. Ela contou ao seu marido sua condição de virgem consagrada a Deus e conseguiu convence-lo. Segundo a tradição, Cecília teria cantado para ele a beleza da castidade e ele acabou decidindo respeitar o voto da esposa. Além disso, Valeriano converteu-se ao catolicismo.
Mito grego – Na época dos gregos, dizia-se que depois da morte dos Titãs, filhos de Urano, os deuses do Olimpo pediram que Zeus criasse divindades capazes de cantar as vitórias dos deuses do Olimpo. Então, Zeus se deitou com Mnemosina, a deusa da memória, durante nove noites consecutivas. Nasceram dessas noites as nove Musas. Dessas nove, a musa da música era Euterpe, que fazia parte do cortejo de Apolo, deus da Música.

 

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Tudo sobre Fones de Ouvido

Os fones de ouvido possuem hoje uma grande diversidade de tipos, formatos e direcionamentos para seu uso. E sendo assim, inclusive a pedido de alguns internautas que frequentam o Jaguara Blog, vamos abordá-los em mais um artigo, explorando desta vez seus tipos, vantagens e desvantagens de cada um.

Para os usuários assíduos dos players portáteis, como os ipods, players de mp3 e mp4, ter bons fones de ouvido é essencial para obter um bom resultado enquanto se aproveita da mobilidade destes aparelhos. Mas outros públicos também desfrutam destes itens com bastante frequência e até profissionalmente, como veremos a seguir. Mas e aí, o que é importante para escolher um bom fone de ouvido?

  • Fones para players portáteis

Fones de Ouvido Intra-auriculares / In-ear

Tendo grande popularização nos últimos dois anos, os fones deste tipo apresentam um ótimo investimento para quem quer qualidade, praticidade e discrição enquanto ouve suas músicas reservadamente.

Com grande conforto e qualidade sonora, os fones intra-auriculares (in-ear), são ótimas opções para quem quer uma maior potência de isolamento dos ruídos externos e um acessório prático em seu manuseio em um formato diminuto, sendo quase totalmente ignorado aos olhos públicos a não ser pelos fios de conexão

Fones de Ouvido Convencionais / Earbuds

Sendo ainda hoje os de uso mais comum, os earbuds são fones de uso prático e de baixíssimo custo. Isto não quer dizer, no entanto, que não haja earbuds de preços mais elevados e com padrões mais elevados de fabricação.

Adotados pela grande maioria dos usuários de fones de ouvido, os earbuds mais comuns possuem baixa qualidade e poucas vantagens em comparação aos outros tipos de fones de ouvido. Mesmo assim, são amplamente utilizados pelos usuários que não se preocupam tanto com o desempenho sonoro e têm preferência por equipamentos de baixo custo.

Neckbands

Os neckbands, como alternativa às grandes armações dos Full Headsets, possuem uma estrutura reduzida, mas nem por isso menos anatômica ou prática. Mantendo também um padrão de conforto e estilo, os neckbands são também opções mais esportivas para os usuários

 

 

  • Fones para músicos profissionais e DJ’s

Full Headsets

Fabricados em grandes armações, estes fones possuem grande capacidade de isolamento dos ruídos externos, garantindo maior qualidade sonora e uma experiência mais agradável aos ouvidos com volumes mais baixos, mas ainda assim de alta fidelidade.

Normalmente almofadados e com encaixes anatômicos, os fones deste tipo costumam ser bem confortáveis durante seu uso, proporcionando também um uso prático para quem tem o costume de manipular os fones para prestar mais atenção aos sons externos.

Para este tipo de público, não é só a questão de mobilidade e praticidade que está em jogo, mas também a qualidade e a fidelidade dos sons reproduzidos. Para quem trabalha profissionalmente com música, é importante que fones de alta qualidade e desempenho sejam utilizados, permitindo a diferenciação entre os diferentes timbres musicais e o equilíbrio de cada um como retorno do som que está sendo criado e/ou avaliado por meio de acompanhamento.

Para estas aplicações, os modelos supra-auriculares, ou os famosos headsets, de linha profissional são os mais recomendados, pois são capazes de reproduzir os sons com mais fidelidade aos originais e oferecer um grande conforto e proteção aos ouvidos de seus usuários. O grande atrativo destes modelos é que por serem grandes e anatômicos, se encaixam perfeitamente nos ouvidos, fornecendo ainda um isolamento almofadado e um pouco mais distanciado dos tímpanos, o que reduz significantemente os riscos comuns em períodos de frequente e longa exposição aos fones.

  • Fones para uso em comunicação via mensageiros virtuais, games e outras aplicações

Os usuários mais constantes dos computadores, geralmente os gamers ou mesmo quem têm o hábito de se comunicar por voz e/ou vídeo via aplicações mensageiras e similares, também têm necessidades particulares. Aqui, a preocupação maior é o conforto e a praticidade do uso do microfone.

Para estes públicos, os modelos mais recomendados também são os supra-auriculares, apesar de que dependendo do tipo de uso, os intra-auriculares sem microfone também sejam recomendados para quem utiliza notebooks e netbooks em locais públicos ou para quem quer apenas escutar suas músicas com mais privacidade e praticidade.

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Novo Pedal TC Helicon VoiceTone Create XT

Você já conhece o pedal de efeitos para o vocalista? Esse da TC Helicon é espetacular!


http://www.tc-helicon.com/voicetone-create-xt.asp

Ele é o sucessor do VoiceTone Create, é um pedal muito legal para quem é vocalista, e esse novo modelo vem com algumas melhorias, como o algoritimo de reverb do VoiceLive 2 , conexão USB para updates e o mais interessante, ele tem um AutoTuner, tipo aqueles plugins Melodyne ou o da Antares.

 
Segue algumas características:

  • HardTune para ao vivo, auto-sintonizado efeitos vocais
  • O botão Tone que lustra e suaviza os vocais com adaptativa Effects Engenheiro vivo
  • Bloco de efeitos dedicados em botões liga / desliga para preset fácil personalizar
  • Selecionáveis ​​Tweak parâmetros dá-lhe acesso aos elementos importantes no som atual
  • Conexão USB para atualizações de software fácil, dicas e backup predefinidos usando o aplicativo incluído VoiceSupport
  • Selecção fácil de escala HardTune & chave de uma posição ereta
  • Pedal de entrada que aceita TC Helicon três botões pedal para performances mais criativo

Fora isso ele vem com 100 presets de fábrica, tem vários efeitos como reverb, delay, chorus, flange, doubling, efeito de megafone, efeito de radio, distorção, etc. Outro ponto interessante é que você consegue mexer nas configurações dos efeitos, que não é possivel fazer em outras marcas, que você simplesmente tem que aceitar os efeitos que vem nele e pronto.

Encerro aqui com o vídeo dele,
Abraços!

Imagem de Amostra do You Tube

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Equalização e Crossovers

Para que servem os controles de equalização e de crossovers presentes na maioria dos equipamentos de áudio?
É um pouco extenso, mesmo que simplificado, mas deve lhe dar uma boa ideia sobre o assunto.

Como aprendemos no segundo grau, o som é uma onda mecânica que usa o ar para propagação. Como toda onda, ela possui dois componentes principais que são sua frequência (quantidade de oscilações por segundo) e sua amplitude, que pode ser entendida em “leigues” como a “potencia, ou a força da ondulação”.
Sendo assim, a frequência é que define se vamos escutar um som mais grave ou agudo (quanto menor mais grave o som, quanto maior, mais agudo), e a amplitude se vamos ouvir mais forte ou mais fraco (maior amplitude mais forte, menor mais fraco).
Portanto podemos inferir que tudo que ouvimos possui uma frequência e uma amplitude.
Por exemplo: a corda lá (5.a corda) de um violão emite uma frequência de 440 Hz (440 oscilações por segundo) quando em afinação padrão, e a amplitude depende da força com que o violonista tange a corda.

Então todo 440 Hz vai soar como uma 5.a corda de violão? Não… Isso ocorre por duas razões: pelo formato de onda (que pode ser senoidal, quadrada, dente de serra, etc..) e porque dificilmente um som é composto apenas de uma frequência.
Cada som tem uma frequência fundamental, que é a de maior amplitude, mas possui uma sequência harmônica que são múltiplos e submúltiplos da frequência fundamental em amplitudes menores. Essa sequência harmônica é que nos faz diferenciar uma mesma nota emitida por um violão ou por um piano. Uma mudança no formato de onda faz, por exemplo, diferir uma mesma nota emitida por um violão ou por uma guitarra com distorção. È isso que chamamos de timbre.
Tudo bem, mas onde você quer chegar com esse “bla, bla, bla” ?

Quando falamos de reprodução de áudio, o elo mais fraco sempre são os altos falantes, que tem a função de transformar a energia elétrica em mecânica. O movimento do cone pra frente e para trás é que desloca o ar dando a amplitude (mais deslocamento = maior amplitude) e as vibrações do cone é que nos dão a frequência (lembre-se, é uma explicação simplificada). Logo temos duas fases de operação num alto falante, que á a fase de pistão (empurrando o ar e dando a amplitude) e a fase membrana (o cone vibrando e nos dando a frequência)
Entretanto as duas fases são antagônicas, são necessárias extremas, rigidez, deslocamento e área para empurrar grandes quantidades de ar e extrema leveza e flexibilidade para atingir altas frequências.
Quanto mais área e curso, mais lento é um falante, quanto mais rígido, pior atua na fase de membrana, quanto mais flexível menos ar empurra…Com isso descobrimos que um único alto falante não se presta para reproduzir diversas frequências.
Para isso usamos diversos alto falantes, mas ao ser projetado para reproduzir uma faixa de freqüência, acabam sendo um desastre para outras, prejudicando o timbre ou mesmo danificando-se por não suportar trabalhar naquela frequência.

Com isso temos, a principio, os seguintes tipos de alto falantes:

  • Tweeter: geralmente pequeno (entre 15mm e 40mm de diâmetro) reproduz entre 2500 Hz e 25.000 Hz
  • Mid Range: responsável pela reprodução de sons médios cobrindo a faixa entre 250 Hz e 5.000 Hz. Tamanhos entre 2 e 8 polegadas.
  • Mid Bass: mistura de Mid Range e Woofer responsável pela reprodução de sons graves e médios cobrindo a faixa entre 50 Hz e 4.000 Hz. Tamanhos entre 4 e 10 polegadas.
  • Woofer: responsável pela reprodução de sons graves cobrindo a faixa entre 45 Hz e 2.000 Hz. Tamanhos entre 5 e 22 polegadas.
  • Subwoofer: alto-falante pesado, que suporta grandes potências e com suspensão mole. Indicado para reproduzir frequências abaixo dos 200 Hz. Seu tamanho vai de 5 a 27 polega.

    Como escrevi acima, um alto-falante especializado em reproduzir determinada faixa de frequência não se presta a reproduzir outra, se bem que existem faixas concomitantes entre eles. Para resolver isso, existe o crossover, que na nomenclatura portuguesa chama-se divisor de frequências. Isso porque ele serve para impedir que um alto-falante receba uma faixa de frequência para a qual não foi projetado, dividindo a faixa de reprodução (frequências) entre vários alto-falantes.

Um crossover tem duas características básicas:

A frequência de corte que é a frequência onde o som passa a ser atenuado em 3dB (metade da potencia elétrica)
A ordem ou slope em inglês que é a curva de atenuação abaixo da freqüência de corte. Um corte de primeira ordem, causa uma atenuação de 6 dB á cada oitava. A oitava é a frequência fundamental dividida ou multiplicada por um numero inteiro na progressão de 2,4,8,16,32,64, etc… Por exemplo, a primeira oitava superior de 440 Hz é 880Hz e a primeira inferior 220 Hz.
Um corte de 2.a ordem nos dá 12 dB por oitava, de quarta ordem 18 dB e assim por diante.

O que isso significa na prática?

Você está mandando um ruído branco (ruído branco é +- aquele chiado que você ouve de um canal de TV fora do ar) para seu falante, isso significa que todas as frequências estão com a mesma potencia elétrica sendo enviada pra ele. Ao acionar o crossover do seu equipamento, vai diminuir a potencia elétrica á partir de uma frequência, conforme o tipo de crossover (passa alta, passa baixa, passa faixa ou em Inglês High Pass, Low Pass e Band Pass) digamos que selecionou o corte passa baixa em 440 Hz com o slope de 6 dB. Isso significa que em 440 Hz você tem a metade de potencia elétrica que em 220 Hz, e que em 880 Hz você tem 9 dB (3x menos) potencia elétrica e em 1760 Hz 15 dB a menos e assim por diante. Se o corte for de 2.a ordem, a atenuação é assim: 440 Hz -3dB, 880 Hz -15dB, 1760 Hz -27 dB. Cada -3 dB é metade da potencia elétrica anterior, cada – 10dB nos dá a impressão de que estamos ouvindo o som com metade do volume anterior.

Isso acontece porque nossa audição se comporta de forma logarítmica, para ouvirmos o dobro de som precisamos de três vezes mais potencia! Além disso ouvimos mais nas frequências entre 1000 e 7000 Hz.
Por que o corte é progressivo e não uma “barreira” de frequências? Porque precisamos de uma transição entre os alto-falantes para que tenhamos a sensação de continuidade entre eles.
Agora que todos os falantes estão funcionando na melhor faixa de reprodução deles está tudo certo, não é? Não! A menos que você esteja num ambiente que ainda não existe e com um equipamento que ainda não foi inventado. Com certeza maior ainda, o seu equipamento de áudio e sua sala nem chegam perto disso!

Devido às limitações dos ambientes e equipamentos, sempre vão faltar e sobrar algumas frequências, quanto pior o equipamento e o ambiente mais desigualdades vai achar.
Alto-falantes mais baratos ou não conseguem dar a amplitude que você quer ou funcionam mal na fase de membrana escondendo ou pronunciando uma certa faixa de frequência. O ambiente pode ter materiais que absorvem ou refletem faixas de frequências. Por exemplo, o veludo, espuma e tapetes causam uma forte atenuação em frequências altas.

Para resolver isso temos os equalizadores que reforçam ou atenuam a potencia elétrica enviada para os alto-falantes na faixa de frequência selecionada.
O equalizador possui três parâmetros básicos:

  • Frequência: é a frequência fundamental onde ele vai atuar dando ganho ou atenuação.
  • Ganho: é a quantidade de potência que será adicionada ou reduzida á frequência fundamental daquele controle.

É a forma como o controle interage com as frequências vizinhas (lembram do slope do crossover?) um Q largo (wide) interfere mais nas frequências adjacentes, um Q estreito (narrow) menos um. Q largo pode ser indicado por um numero baixo, 1 por exemplo, e um estreito por um numero alto, 5 por exemplo.

 

Os dois tipos mais comuns de equalizadores são os gráficos e os paramétricos.

 

O equalizador gráfico possui Q fixo e frequência fixa, ou seja, você só pode interferir no ganho/atenuação, geralmente por isso ele vem acompanhado de muitas bandas (a imagem clássica na minha cabeça é aquele equipamento cheio de controles deslizantes).
A maioria de controles de frequência dos equipamentos de áudio é assim. Aquele velho e bom controle de graves e agudos que quase todo equipamento de áudio tem, é um equalizador gráfico de duas bandas com um Q beeem largo.

No equalizador paramétrico o controle é total! Você pode ajustar a frequência, o Q e o ganho! Uma excelente flexibilidade! São necessárias menos bandas para fazer aquele ajuste fino no áudio, geralmente estão presentes nos equipamentos realmente de ponta. Mas são chatos de regular, tanto que mesmo os profissionais recorrem muitas vezes á analisadores de espectro para chegar á uma regulagem ideal. Estando associados á equipamentos de alto nível, na maioria das vezes contam com variações de ganho pequenas. Enquanto encontramos equalizadores gráficos com 12-24 dB de ganho ou atenuação, geralmente os paramétricos ficam na casa dos 3-6 dB.

Uma coisa é muito importante de salientar: Se estiver precisando usar ganhos ou atenuações grandes, seu sistema tem um erro de concepção grave… Ou algum equipamento do sistema é muito ruim, ou o ambiente é muito agressivo. Além disso NENHUM EQUALIZADOR CORRIGE O TIMBRE! Existem equipamentos que fazem isso por modelagem digital, mas o equalizador vai simplesmente aumentar ou diminuir a potencia de uma faixa de frequências.

Espero que tenha aproveitado dessas dicas!
Abraços a todos!

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Guitarra


Guitarra é um termo amplo que se refere a uma série de instrumentos de cordas beliscadas, que possuem geralmente de 4 a 12 cordas tensionadas ao longo do instrumento, além de um braço, sobre o qual as cordas passam, permitindo ao executante controlar a altura da nota produzida. Existem versões acústicas, que possuem caixa de ressonância e elétricas, que podem ou não possuir caixa de ressonância, mas utilizam captadores e amplificadores para aumentar a intensidade sonora do instrumento.
As guitarras, bem como a maior parte dos instrumentos de cordas são construídas pelo luthier. O músico que a executa é chamado guitarrista .
No Brasil, o termo “guitarra” refere-se exclusivamente à guitarra elétrica e a palavra “violão” é usada para se referir tanto à guitarra clássica, como à guitarra acústica, esta segunda com cordas de nylon ou mesmo com cordas de aço, como no caso do violão folk.

O termo “guitarra” também é utilizado para se referir a famílias de instrumentos com algumas similaridedes, embora nem sempre com a mesma acepção. Para alguns autores, a família das guitarras engloba qualquer cordofone com braço e caixa de ressonância cujas cordas são beliscadas. Isso inclui instrumentos tais como: o alaúde, o bandolim eo banjo.
Mas outros autores apenas consideram como família das guitarras os instrumentos de cordas beliscadas que têm a caixa em forma de “8”. Isso inclui instrumentos tais como o cavaquinho e a viola.

Origens e Desenvolvimento:

Instrumentos similares aos que hoje chamamos de guitarras existem ao menos há 5 mil anos. A guitarra parece derivar de outros instrumentos existentes anteriormente na Ásia Central. Instrumentos muito similares à guitarra aparecem em antigos alto-relevos e estátuas descobertas em Susa, na Pérsia (atualmente no Irã).
A guitarra, em forma muito próxima à guitarra acústica atual, foi introduzida na Espanha no Século IX, mas não se conhece com precisão toda a história deste instrumento. No entanto há duas hipóteses mais prováveis para a introdução da guitarra no ocidente.
A primeira hipótese é que a guitarra seria derivada da chamada khetara grega, que com o domínio do Império Romano passou a se chamar cítara romana, e era também denominada de fidícula. Teria chegado à Península Ibérica por volta do Século I com os romanos. Esse instrumento se assemelhava à lira e posteriormente foram acontecendo as seguintes transformações: os seus braços dispostos da forma da lira foram se unindo, formando uma caixa acústica, à qual foi acrescentado um braço de três cravelhas e três cordas, e a esse braço foram feitas divisões transversais (trastes).
A segunda hipótese é de que este instrumento seria derivado do antigo alaúde árabe, nome originado da palavra al ud, (a madeira), e que teria sido levado para a Península Ibérica através das invasões muçulmanas. O alaúde árabe que penetrou na península nessa época foi um instrumento que se adaptou perfeitamente às atividades culturais e, em pouco tempo, fazia parte das atividades da corte.

Outra hipótese é de que foram aplicadas as técnicas do alaúde (cordas beliscadas, número de cordas, afinação, etc.) a instrumentos de corda friccionada (nessa altura chamadas “violas”). Isso explicaria o fato de em espanhol ter havido a distinção entre vihuela de arco (viola tocada com um arco) e vihuela de mano (viola tocada com a mão).

Sobre o nome:

A palavra guitarra em português, se origina do espanhol guitarra e é utilizada, com pequenas variações, na maior parte das línguas modernas (guitar em inglês, guitare em francês, gitarre em alemão, chitarra em italiano, entre outras). Acredita-se que o nome se origine do termo grego khetara ou khitara.
A palavra guitarra também pode ser derivada do termo persa qitara, que dá nome para vários membros da família dos alaúdes. O nome guitarra teria, assim, sido introduzido pelos mouros durante as invasões muçulmanas no século X.
Foi Antonio de Torres, um luthier espanhol do século XIX que deu à guitarra a forma e as dimensões da guitarra clássica atual, a partir do qual, diversas outras variedades surgiram no século.
A guitarra elétrica surgiu, independentemente, pela mão de diversas pessoas nos anos 30. Inicialmente a eletrificação consistia em usar o próprio instrumento acústico com um microfone de voz dentro de sua caixa de ressonância. Mais tarde esse microfone foi substituído pelo microfone de contato chamado captador ou, em inglês pickup.
Por nem sempre ser necessária uma caixa de ressonância acústica numa guitarra eléctrica, surgiram as primeiras guitarras maciças (Fender Stratocaster e Gibson Les Paul) nas décadas de 1950 e 60. As cordas passaram a ser metálicas e captadores magnéticos de indução começaram a ser utilizados.

Guitarra elétrica:

Na guitarra elétrica e no baixo, o corpo é uma peça maciça de madeira, geralmente maciça ou nos modelos mais populares, madeira laminada, pois isso produz instrumentos leves e muito rígidos, além de terem melhor sonoridade. As madeiras brasileiras mais comuns são o cedro, mogno, marfim, caxeta ou freixo. Em geral estes instrumentos são revestidos por finas lâminas de madeiras mais nobres ou pintados, muitas vezes com motivos bastante elaborados e multicoloridos. O corpo é geralmente entalhado ou escavado para permitir a montagem dos equipamentos eletrônicos. Um protetor de tampo, chamado escudo pode ser acrescentado para proteger o corpo do atrito com a palheta.

Les Paul:

No dia 12 de Agosto, 2011 passado, marcou dois anos do Mundo sem a presença de um ‘cara’, que se não tivesse existido, muito provavelmente, o Rock não seria o mesmo, ou quiçá, existisse!
Sem demérito algum ao Grande Leo Fender, mas Lester William Polsfuss, ou simplesmente, Les Paul, como é muito mais conhecido, foi um eletrônico, guitarrista jazzístico, e inventor da guitarra de corpo sólido. Junto com sua esposa, Mary Ford, foram responsáveis por inúmeros sucessos POP das décadas de 50 e 60.

Em associação com a fábrica de guitarras Gibson, Les lançou em 1953 o seu modelo definitivo: a guitarra Gibson Les Paul, desenhada, interna (componentes) e externamente (design) pelo Mestre. As guitarras de Les, se diferenciavam das de Leo, não só pelo desenho do corpo, mas também pela sonoridade. Os que querem um som mais encorpado, denso, tendem a preferir as Gibson, em contraponto com o som mais “limpo” das Fender. Mas sou apenas um BOM ouvinte, portanto, deixo os detalhes técnicos para os músicos “das cordas” Sanborg e ‘Space Ace’, caso queiram comentar…
Ainda para os que não sabem, ele foi o precursor das mixagens de voz e intrumentos. Utilizando-se do recurso da gravação em pistas, Les criou momentos mágicos com o seu instrumento e também criou “corais” com a voz delicada de Mary Ford.
Por toda a sua importância, nós do Salada Rock não poderíamos deixar de homenageá-lo, e registrar aqui também a nossa SAUDADE por Les. Não por ele ser simplesmente um excelente músico, mas por toda a sua ‘visão’, e por sua capacidade inventiva e criadora que nos presenteou com um dos mais perfeitos instrumentos já concebido pelo Homem: A guitarra Gibson Les Paul!!! São vários os nomes do Rock que ajudaram a imortalizá-la: Jimmy Page, Pete Townsend, Peter Frampton, Slash, Ace Frehley, Randy Rhoads, só pra citar alguns…

Apesar de não ser tão propalado, tem seu mérito reconhecido na comunidade musical. Na ocasião de comemoração de seu nonaségimo sexto aniversário, até a Google se rendeu à importância deste Grande Mestre e lançou um Doodle animado (aquelas imagens temáticas que encabeçam a página de pesquisa da Empresa), imaginando uma guitarra, com as cordas formando o nome Google, e quando “tocadas”, passando-se o mouse em cima, ainda pelo teclado, emitem sons. Foi um sucesso de hits naquele dia! Muitos apenas usavam-no como um anti-stress, outros se arriscaram e até compuseram temas. Outros tantos, apenas se limitaram a “tocar” no tal Doodle algumas canções! O sucesso foi tanto que a Google tornou OFICIAL esta Homenagem imortalizando Les Paul para as Gerações de Internautas!

Espero que tenham gostado.
Um grande abraço a todos!

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